Todos nós sabemos que pessoas com más intenções, mentirosas e criminosas podem ser encontradas nas ruas, em cinemas, escolas, faculdades, igrejas, enfim, em qualquer lugar. Na internet não é diferente. Ainda mais quando existe a possibilidade de comunicação sem o contato pessoal no primeiro momento. Por este motivo, vale a pena levar em conta a discrição e não dar informações pessoais.

Por este se tratar exatamente de um site de namoro, seguem abaixo algumas dicas para que sua segurança seja preservada na internet e fora dela.

INFORMAÇÕES PESSOAIS: nunca passe suas informações pessoais a pessoas estranhas, tais como telefones, endereços residenciais ou de trabalho, email, etc. Você pode conhecer a pessoa por foto e pelo perfil do site, mas nunca a viu. Até que vocês venham a se conhecer pessoalmente, troque muitas mensagens pelo site, que é projetado para manter os contatos anonimamente.

NUNCA ENVIE DINHEIRO: por mais que você imagine que esteja ajudando, nunca envie dinheiro a pessoas que conhece pelo site. O seu objetivo aqui não é este. Existem estelionatários que podem utilizar este meio de comunicação (assim como em correntes de emails, sites de relacionamentos e afins) para enganar as pessoas e aplicar golpes. Desconfie principalmente se a pessoa for de outro país e, mesmo depois de um longo período de troca de mensagens, começar a pedir dinheiro para a passagem, para vir visitá-lo(a) em seu país, seu estado, pedir dinheiro porque você vai ajudá-lo(a) a receber uma herança etc. Fique esperto(a)!

NÃO MARQUE ENCONTROS PESSOAIS LOGO DE CARA: seja cauteloso(a) quanto a isso e seja discreto(a). Como já foi dito anteriormente, se conheçam bem, troquem muitas mensagens e só quando você se sentir realmente preparado(a) e seguro(a) para o encontro pessoal, marque-o.

ONDE MARCAR ENCONTROS: depois de ter trocado diversas mensagens com a pessoa e você se sentir à vontade para o encontro, procure lugares públicos, tais como shoppings centers ou lugares onde exista grande movimento de pessoas. NUNCA marque encontros em locais escondidos ou na sua casa nem na casa da outra pessoa. Você não gostaria de receber uma pessoa estranha em sua residência sozinho(a). Se estiver com medo deste primeiro contato, procure levar um amigo(a) com você ou avise a alguém onde e com quem vai estar. Peça para que esta pessoa ligue para o seu celular no horário do encontro para saber se está tudo bem.

MARCANDO ENCONTROS: depois de trocar diversas mensagens com a pessoa e gradativamente ir conhecendo mais sobre o perfil e características pessoais, pode estar na hora de uma conversa por telefone.

CONVERSAS POR TELEFONE: não é proibido o envio do seu telefone de contato através do Namoro Católico, porém, indicamos que você não dê o telefone de sua residência ou trabalho. Procure pedir o telefone da outra pessoa primeiro ou, se você se sentir à vontade, dê o seu celular.

Cuidado ao ligar para outras pessoas de números que você não gostaria de passar, pois existem os identificadores de chamadas que poderão revelar seu número de telefone.

UMA CONVERSA POR TELEFONE pode servir para você conhecer a outra pessoa muito mais do que por mensagens enviadas através do site.

SE VOCÊ DESCONFIAR DE ALGO, dê alguma desculpa, atenda ao telefone celular, diga que tem que ir embora, mas não fique. Só no contato pessoal é que, quase por instinto, descobrimos o caráter da pessoa que está ao nosso lado. Lembramos novamente que cuidados simples podem deixar você mais seguro(a) na hora dos encontros. E esses encontros podem mudar sua vida.

DENUNCIE perfis suspeitos através do próprio site. Disponibilizamos de uma equipe interna que verifica todos os dias os perfis disponíveis no site. Se desconfiar de algo, denuncie o perfil. Mande-nos um email ou entre em contato pelos links de        “ajuda” ou “feedback” do site. Todos os perfis denunciados são verificados por nossa equipe e podem até mesmo serem banidos do site.

FIQUE TRANQUILO(A): O intuito dessas informações não é deixá-lo(a) com medo de se relacionar pela internet. Elas servem tanto para a internet quanto para o dia-a-dia.

A coisa mais fantástica dos relacionamentos através da internet é que você pode coletar informações sobre a outra pessoa gradativamente. Quando vai para o encontro pessoal, é como se vocês já se conhecessem. E já obtêm muitas informações sobre a outra pessoa. Algumas delas você pode até mesmo checar.

ESPERAMOS QUE VOCÊ ENCONTRE A PESSOA IDEAL através do apostolado Namoro Católico.

Extraído e adaptado da fonte:  http://www.namoroonline.com.br/site/news/0004.php

Por Carlos Eduardo

Minha mãe certa vez disse: Quem fala demais dá bom dia a cavalo.

Confesso que passei muito tempo sem entender essa frase, até que um dia vi alguém falando com um cachorro como se fosse gente. A pessoa falava tanto, que já não tinha com quem conversar e passou a ter o cachorro como amigo e confidente. Eu particularmente acho que, qualquer pessoa que faça seu animal de estimação um confidente, está com sérios problemas. E o pior de tudo: Fala com um animal irracional, mas esquece-se de falar com Deus, Sumo bem. Busca intimidade com bichos e pessoas, mas esquece-se de cultivar a amizade com Deus. Coisa lamentável…

Não abras teu coração a qualquer homem (Eclo 8,22)

A palavra de deus nos ensina que não devemos abrir nossa vida, nosso íntimo de forma tão escancarada. Não devemos “falar demais”. Infelizmente quem de nós não já passou dos limites e acabou expondo-se mais do que devia? Quem nunca se meteu em apuros por causa de falar demais? A Igreja sempre nos ensinou a procurar a prudência, e procurar pessoas prudentes. Isso é sabedoria. Ser transparente, não significa ser tolo e expor tudo que sente, que pensa, que vive. É preciso aprender a partilhar certo, com a pessoa certa.

A aventura de relacionar-se é algo que deve ser vivido por todos. Mas deve ser vivido com calma. Amizade é algo que combina muito bem com a palavra tempo. As amizades mais fortes, sempre cresceram e se tornaram fecundas, depois de um certo tempo e de um certo conhecimento do outro. Através do tempo você vai descobrindo as qualidades do outro e até aonde a amizade com aquela pessoa pode ir. É assim que se deve viver uma amizade.

Devemos ser caridosos. Devemos ser solidários. Mas caridade não combina com familiaridade. Na boa e verdadeira amizade existem limites que nós impomos. Amizades sem limites geralmente descambam para uma futura inimizade ou desafeto no futuro. Aqui na Canção Nova de São Paulo nós brincamos dizendo assim: Dê dinheiro, mas não dê intimidade.

Mas porque estou escrevendo sobre isso? Porque uma amizade mal vivida, sempre (eu disse sempre) vai levar você a uma queda na sua vida espiritual. Tudo que atrapalha sua vida cotidiana, interfere na sua espiritualidade. Quando se vive uma amizade assim, onde um invade demais a vida do outro, acaba-se por trocar Deus por aquela amizade ou por problemas relativos àquela amizade, sem contar que, quando você tem uma amizade imatura e revela algo de si, basta muitas vezes um problema com ambos, para que sua intimidade seja jogada no ventilador. Isso gera medo de novos relacionamentos. Na minha vida de missionário eu tenho rezado por muitas pessoas que tiveram sérios problemas com amizades mal vividas e familiaridades excessivas.

Repito: Devemos buscar amigos. Devemos abrir nosso coração. Devemos nos aventurar em nossos relacionamentos. Mas é preciso prudência. Nunca se esqueça da prudência. Amizade sadia é aquela que é construida tendo o tempo como aliado.

Pax Domini

Fonte: Blog de Carlos Eduardo – http://blog.cancaonova.com/dominusvobiscum/2009/08/07/sobre-amizade-relacionamento-e-exposicao-excessiva/

DSCF0173Fonte: Blog Canção Nova

O termo “vocação” vem da língua latina, e se traduz por “chamado”. Esse termo é usado em diversos sentidos, pois seu significado se abre como as muitas e diferentes palhetas de um belo leque.

Em sentido amplo, pode-se falar em “vocação para o matrimônio”, para a “paternidade” ou para a “maternidade”. Estas são vocações implícitas na própria natureza criada. Pelo fato de alguém ser criado “homem”, em sua natureza está “embutido” o chamado ao matrimônio e à paternidade. Da mesma forma, aquela que é gerada “mulher” traz em si mesma a vocação ao matrimônio e à maternidade. As exceções são muito raras, e quase sempre determinadas por algum tipo de problema pessoal.

É preciso afirmar de imediato que aqueles que são chamados ao sacerdócio e à vida consagrada, quer masculina quer feminina, trazem, sim, em sua natureza, essa vocação ao matrimônio, à paternidade e à maternidade. Se estes todos assumem o celibato, não é por falta da vocação ao matrimônio, mas sim por uma “opção positiva” diante do chamado de Jesus para uma vida celibatária. Estes todos podem afirmar: “Eu não renunciei ao matrimônio!… Eu aceitei o convite de Jesus, e optei, e escolhi livre, voluntária e positivamente viver esse tipo de vida para o qual Ele me chamou!”

Na verdade, a família é tão importante para o ser humano, que o matrimônio, a paternidade e a maternidade deveriam ser sempre assumidos “como uma vocação personalizada” do Pai celeste. O conhecimento da responsabilidade, da importância e da grandeza de formar um lar deveria ser tão profundo que induzisse os jovens a se prepararem para o matrimônio com todo cuidado, esmero e honestidade. Aliás, deveria ser exatamente com a mesma seriedade como um jovem se prepara para o sacerdócio, ou uma jovem se prepara para a vida consagrada.

Para os jovens poderem se preparar muito bem para o matrimônio, precisam possuir um conhecimento claro e profundo do “projeto divino da procriação humana”. Esse conhecimento lhes mostrará o verdadeiro significado do “masculino e do feminino”, da “genitalidade” masculina e feminina, do sentido da “mútua atração” entre o homem e a mulher, do significado do namoro, do noivado e do casamento, bem como da importância de formar um lar que seja “ninho de amor”, para a realização e felicidade do casal e dos filhos.
Pe. Alir Sanagiotto Ordenado sacerdote em 19/09/87, é membro da Congregação dos padres do Sagrado Coração de Jesus. Dedica-se de forma preferencial na escuta, no aconselhamento e no trabalho psicoespiritual dos fiéis. blog: http://blog.cancaonova.com/padrealir

Por Padre Lodi da Cruz

O namoro é o período em que o rapaz e a moça procuram conhecer-se em preparação para o matrimônio.

No matrimônio homem e mulher doam seus corpos, constituem uma só carne e tornam-se instrumentos de Deus na geração de novas vidas humanas.

Mas antes de doar os corpos é preciso doar as almas. No namoro os jovens procuram conhecer, não o corpo do outro, mas sua alma.

Os namorados não podem ter relações sexuais, pois o corpo do outro ainda não lhes pertence. Unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação) é um pecado contra a justiça, algo como um roubo.

E como nosso corpo é templo do Espírito Santo (1Cor 6,19) a profanação de nosso corpo é algo semelhante a um sacrilégio.

Não sabeis que sois um templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destrói o templo de Deus, Deus o destruirá . Pois o templo de Deus é santo e esse templo sois vós” (1Cor 3,16-17).

Porém não é apenas a fornicação que é pecado, mas também tudo o que provoca desejo da fornicação, como abraços e beijos que, muitíssimo mais que constituírem expressões de afeto, despertam, alimentam e exacerbam o desejo físico.

Aliás, é possível profanar o templo do nosso corpo até por um pensamento: “Todo aquele que olha para uma mulher com mau desejo já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5,28).

Durante o namoro deve-se evitar o contato físico desnecessário. O contato entre os corpos (beijos e abraços), além de causar o desejo de fornicação , obscurece a razão. O próprio beijo na boca ou de novela já constitui uma entrega física, que, se acidentalmente pode não se consumar, no entanto a prepara ou apressa. Vale aqui lembrar a advertência de Cristo: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação. O espírito é pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41).

O prazer da excitação dos sentidos, além disso, torna os jovens incapazes de perceber a beleza da alma do outro. O namoro assim deixa de ser uma ocasião de amar para ser uma ocasião de egoísmo a dois, cada um desejando sugar do outro o máximo de prazer.

Como Namorar

Sendo o namoro o encontro de dois templos sagrados que desejam conhecer-se e amar-se interiormente, os namorados deveriam agir à semelhança de um rito litúrgico:

    • rezar antes e depois do namoro;
    • namorar apenas em lugar visível, para evitar ocasião de pecar. Nada há para esconder;
    • durante o namoro evitar ir além de conversar e dar as mãos;
    • ter sempre em mente : “Eu estou diante de um templo sagrado. Ai de mim se eu profanar este templo até por um pensamento”.

E se o outro não aceitar namorar cristãmente?

É preciso renunciar ao namorado (à namorada).

Aquele que ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim. E aquele que ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10,37).

E Jesus poderia acrescentar :

Aquele que ama o namorado ou a namorada mais do que a mim não é digno de mim“.

Para conservar a graça que Cristo nos conquistou com o preço de seu sangue, devemos renunciar até à própria vida .

Mas há um consolo. Se outro não aceitar namorar senão através de beijos e abraços escandalosos, na verdade ele não ama você, mas deseja gozar do prazer que você pode oferecer. O verdadeiro amor sabe esperar.

É preciso ser diferente de todo o mundo?

Sim. O cristão deve ser sal da terra (Mt 5,13), luz do mundo (Mt 5,14), fermento na massa (Mt 13,33).

Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando a vossa mente, a fim de poderdes discernir a qual é a vontade de Deus, o que é bom, agradável e perfeito” (Rm 12,2)

A alegria da pureza

Aquele que procura o prazer, encontra o prazer. Mas depois vem o vazio, o remorso de consciência e a tristeza.

Aquele que se abstém do prazer por amor encontra a alegria . Os puros de coração são capazes desde já de conhecer as coisas de Deus muito melhor do que os outros. A pureza se expressa no olhar. Ao olharmos para os olhos de uma pessoa pura, vemos algo de Deus em sua alma.

Se os que buscam o prazer na impureza conhecessem a alegria da pureza, desejariam ser puros mesmo que fosse por egoísmo . A alegria da pureza está acima do prazer da impureza assim como o céu está acima da terra. Experimente e diga-me se não é assim.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


Oração para antes do namoro

Senhor,
Estou aqui diante de um templo santo onde vós habitais. Amo-vos presente neste templo e prefiro morrer a profanar este santuário mesmo por um pensamento.
Fazei que com este namoro eu aprenda a amar a vós presente no outro e assim descubra se foi este (esta) quem escolhestes para estar ao meu lado por toda a minha vida.
São Rafael Arcanjo, que conduzistes Tobias a Sara e lhes ensinastes a pureza do coração, fazei-nos namorar de tal modo que os anjos possam estar presentes e glorificar a Deus conosco .
Virgem puríssima, dai-nos a pureza do vosso Imaculado Coração.


Depois do namoro

Convém fazer um exame de consciência:
“Estou agora amando a Deus mais do que antes?”

Um namorado, preocupado com as intimidades que ele achava excessiva com sua namorada, me pergunta na consultoria virtual se ele está certo ou errado em pensar desta forma, já que sua namorada diz que “todos fazem”, o que justificaria a postura deles. A resposta é válida para qualquer casal de namorados que esteja crescendo no amor puro e tenha dúvidas de como vivê-lo:

Estimado irmão,

Sua preocupação por seu namoro revela um amor verdadeiro e maduro. Você está com sua consciência bem formada e por isso o “alerta” já tocou para você. Parece que sua namorada ainda precisa deste despertar e desta formação neste campo.

Se bem que é verdade que muitos fazem atos impuros e até mesmo os católicos, isso de forma alguma justifica namorar de maneira impura! Nossas ações devem estar conforme a verdade e não conforme o que “os outros fazem”. Os namorados católicos que se deixam levar por impurezas jamais serão “modelos a seguir”. Eles é que devem reconhecer que estão fazendo algo mal para o relacionamento e para o crescimento do verdadeiro amor e retornar à pureza.

Então, sua namorada deve entender que nós, católicos, seguimos a Deus, e o que a Igreja ensina e somente os namoros puros são modelos para seguir. No entanto, não basta “saber a verdade”, é preciso experimentá-la como o que ela é: algo que nos liberta, que nos faz ser mais pleno como pessoa humana e que nos possibilita amar como Cristo nos amou: esta é  a meta de toda nossa vida.

Parece que sua namorada ainda está com um apego desordenado em relação às carícias, carinhos, intimidades, então reze para que ela tenha a graça de Deus e seja dócil à verdade, pois ela precisa descobrir que o namoro puro – totalmente puro – é a única forma que Deus quis que os namorados vivessem este tempo de conhecimento da outra pessoa, para discernir se a pessoa é ou não a pessoa para casar-se.

Sabemos como é fácil, para um namoro, começar a ter uma intimidade maior, pois quando estamos juntos queremos estar “juntos” mesmo, e o contato físico reflete esta sede de comunhão. No entanto, e aqui vem o principal, é preciso uma grande liberdade no namoro (pois por sua definição o namoro é algo temporário (não uma vocação), que visa o matrimônio (uma vocação para toda a vida), que tem como meta conhecer a pessoa e discernir se a vocação que Deus quer é o casamento, e o casamento com esta pessoa. Para termos esta liberdade é imprescindível a pureza: ela nos capacita para conhecer a pessoa sem o apego que gera as intimidades.

É assim: no matrimonio as carícias, os carinhos, são abençoados por Deus pois não existe como “voltar atrás”, ou “desistir” ou “terminar”. Ali a doação total, livre, fiel e fecunda. A entrega de si mesmo já foi feita e para o resto da vida, então a intimidade ajuda o casal a entrar cada vez mais nesta profunda comunhão de vida e amor, pois os dois já são “um do outro”. Isso não acontece no namoro. Veja o filme Miss Potter com sua namorada. Veja como é o drama da vida humana… não temos como saber se iremos casar até…casar de fato! Então, é hora de crescer no autodomínio, na castidade, na pureza, na santa espera.

Se entendemos isso não vamos nos “escandalizar” quando escutamos de padres experientes que no namoro católico o contato  físico deveria permanecer no segurar as mãos. Porque? Justamente para aprender a conhecer o outro tal como ele e não corremos o perigo de achar que amamos quando na verdade estamos já “viciados” nas carícias e nos carinhos, tornando um juízo reto praticamente impossível, pois as nossas decisões já serão afetadas por sentimentos, emoções etc., que aumentam na medida que aumenta a intimidade.

Quando parece ser “muito difícil ficar só de mãos dadas”, a experiência mostra que mais duro ainda é, no meio de uma carícia – que começou com um beijo – que os namorados parem e não se sintam frustrados por isso ou pior ainda, se sintam usando ou sendo usado pelo outro. Isto é, no plano divino, as carícias e os carinhos são formas de expressar o amor dentro de um contexto definitivo, que somente existe no matrimônio. Para ajudar que o namoro seja puro, o conselho é simples: não fiquem em casa sozinhos com o namorado (a); não fique em lugar escuro ou afastado e tenha sempre presente a presença de Jesus, Maria e seu anjo da guarda junto com você, te guiando, protegendo e inspirado: eles estão interessados na tua felicidade aqui e na eternidade!

E aproveito para terminar dizendo que não existe como viver o plano de Deus sem o que Ele mesmo nos oferece: Seu Corpo e Seu Sangue na Eucaristia e a graça de ser perdoado, no sacramento da confissão. O namoro santo implica docilidade em querer amar a Deus com todo o coração, e amar o namorado (a) com este mesmo amor, que vem Dele.

Não podemos aceitar “brincar de namorar”: É um momento sério demais, que pode decidir todo o seu futuro. Seja valente, seja corajoso, seja homem agora e colherá os belíssimos frutos amanhã. Te deixo  uma frase para te inspirar do Santo Padre Pio XII:

“Neste assunto – a pureza – não existe severidade que possa ser tida como exagerada”.

Por Julie Maria

Irei começar este artigo, mas ele será diferente dos outros: eu me darei a liberdade de ir modificando-o a medida que minha compreensão sobre tema tão relevante for amadurecendo. Mas percebi que, se eu for esperar eu entender completamente, nunca irei escrever nada!

O tema é a virgindade. Gostaria de dividir em três partes este texto.

1- O Plano divino e a virgindade

2- Como viver o plano de Deus

3- Como recomeçar

1. O Plano divino e a virgindade

Como sempre, quando falamos sobre o plano de Deus temos que reconhecer que estamos frente a um tema que supera tudo: que Deus tenha um plano para cada um de nós é algo que fazia a Santa Teresa de Ávila entrar em êxtase!. E isso mostra como às vezes, e até mesmo sem querer, tomamos os dons divinos como algo “por merecido”, algo que perde o seu valor -não em si mesmo-, mas porque nós não somos capazes de abraçar a verdade sobre este plano. Alguém já te disse que Deus não cria nada “à toa” e que o ser humano, criado à sua imagem é o que existe de mais precioso na terra? Que Ele te planejou e que Ele sabe muito bem onde irás ser feliz e realizado? que Ele tem uma vocação e que você irá descobrindo ao caminhar, ao escutar a Sua voz que fala na oração, que fala na Liturgia, que fala pelo diretor espiritual e que fala pelos acontecimentos? Parece que isso não tem nada a ver com o tema deste artigo… mas foi isso que eu descobri ao começar um estudo sobre a virgindade:  nós temos uma visão muito, mas muito reduzida mesmo, sobre a virgindade e é isso que não nos permite abraçar a verdade da virgindade tal como Deus a planejou.

Se eu não der o valor que Deus dá para a minha vida, para minha pessoa, para minha historia e para a vocação para a qual Ele me chama, então realmente a minha virgindade “não tem valor”, pode se transformar num “tabú” como muitos dizem ou num peso, como muitos sentem. A virgindade é algo tão íntimo, tão sagrado, tão misterioso que é preciso entrar no mistério do plano de Deus para – pelo menos tentar – olhar com os Seus olhos e descobrir sua grandeza.

O primeiro fato é incontestável: Deus nos cria, homem e mulher, virgens. Deus nos cria “intocáveis”, nos cria de forma única a cada um de nós. Isso nos tem que dizer algo: a virgindade é um bem, é um valor a ser apreciado, é uma realidade a ser preservada, pois Deus quis que nascêssemos assim. E digo isso pensando na virgindade física e também espiritual, isto é, virgindade da alma. E virgindade para o homem e para a mulher. Porque a virgindade significa tanto, mesmo para aqueles que da boca para fora a ridicularizam? Porque

“A virgindade física é uma expressão externa deste fato de a pessoa pertencer só a si mesma e ao Criador.”[1]

Com a realidade do pecado original, reconhecer a integridade que Deus desenhou para nós no seu plano original não é fácil nem automático. Não podemos experimentar novamente a união íntima e harmoniosa que havia em nós, mas podemos ter uma idéia como era, e isso é possível quando aceitamos o dom da virgindade como algo belo, como algo que reflete aquela integridade da pessoa, corpo e alma, querida por Deus. A virgindade não pode se resumir num dado fisiológico, pois corpo e alma ainda estão unidos de forma substancial. Por isso, a integridade da pessoa é perdida quando, apesar de existir a virgindade física, a pessoa deixou de ser pura pelo atos cometidos.

No plano divino, a virgindade física deve revelar a virgindade espiritual e vice versa. Este é o plano. Quando falamos que Nossa Senhora é Virgem, Ela é virgem nos dois sentidos e de maneira plena, pois não provou a ruptura entre corpo-alma que nós provamos pelo pecado original, e jamais “conheceu” nenhum homem, para usar o termo que a Sagrada Escritura usa para designar a relação conjugal.

Quando então, no plano de Deus, pode uma pessoa entregasse seu ser – e com ele sua virgindade física e espiritual – para outra pessoa? Depende da vocação que Deus lhe deu.

Se a pessoa tem vocação de celibatário, a pessoa irá consagrar a sua virgindade a Deus por meio do voto da castidade:

“Esta entrega exclusiva e total Deus é fruto de um processo espiritual, que ocorre no interior da pessoa sob a influência da Graça. Ela constitui a essência da pureza… De fato, a pessoa que escolhe a total e exclusiva entrega a Deus, vincula à pureza, que decide guardar. A pureza da pessoa significa que ela é senhora de si mesma e que não pertence a Deus exceto a Deus-Criador. A virgindade acentua ainda mais esta pertença a Deus. Aquilo que era um estado na natureza tornar-se objeto da vontade, de uma escolha e decisão conscientemente realizada[2]

Se a pessoa tem vocação ao matrimônio, ela irá entregar o seu ser – de forma única, exclusiva, total – ao seu esposo (a) no dia das Núpcias.

“O matrimônio é baseado no mútuo amor esponsal; sem ele a recíproca entrega física não teria o pleno apoio das pessoas… O matrimônio deveria ser fruto do “primeiro amor”, isto é, da primeira escolha.”

Sabemos que isso às vezes não acontece: não sempre se casa com o “primeiro amor “e justamente por isso o namoro deve ser 100% puro, casto, transparente, e sem intimidades! Longe disso ser um ato autoritário ou arbitrário de Deus, isso serve para preservar aquilo que todo amante deseja e o que o homem e a mulher tem direito: ser único, exclusivo e total para o amado! Isso não é uma imposição.. isso é a lógica intrínseca de quem ama e quer ser amado!

O amor humano exige por si mesmo esta unicidade, esta exclusividade, esta totalidade. Não se ama alguém pela metade, se ama a pessoa inteira, corpo e alma e também sua fertilidade… por isso no plano de Deus a entrega da virgindade nas núpcias (que é sentida como entrega pela mulher e como posse pelo homem) é algo que os une de forma totalmente diferente de qualquer casal na face da terra, e é justamente por isso que a união de uma só carne, ou seja, a relação conjugal tem um valor tão especial no plano de Deus: a relação sexual entre um esposo e uma esposa – no plano de Deus – está chamada a refletir o amor trinitário, com todas as suas características, que podem ser resumidas em ser um amor “livre, total, fiel e fecundo”.

Ambas vocações, o celibato pelo Reino e o matrimônio são maneiras de viver a vocação que todo ser humano recebe e que lhe é inato: a vocação ao amor.

2. Como viver o plano de Deus

É preciso se ocupar em descobrir, antes de mais nada, a vocação que Deus nos deu. É preciso que os pais eduquem a seus filhos de forma tal que eles, desde a mais terna infância, possam se reconhecer como filhos amados do Pai, que os chama para uma vocação específica nesta vida. É preciso que os pais os ensinem a rezar e a escutar a voz do Pai em relação à vocação dos filhos. Este é o primeiro passo. Este texto da Santa Gianna é um testemunho sobre isso. Logo, e simultaneamente, os pais devem educar os filhos na lei de Deus e isso implica viver na “escola do amor”, na escola das virtudes. Digo tudo isso, pois quando os pais fazem isso, facilitam – e muito – o delicado momento de discernimento vocacional dos seus filhos.

Caso a pessoa tenha dúvida, e for namorar, deverá saber que namorar não é vocação, e sim um estado temporário para discernir se aquela pessoa é o esposo-esposa que Deus quer para ela. Daí que, com isso em mente, o namoro se torna um processo de conhecimento profundo da pessoa humana, de seus valores, de seus critérios, etc. e saberá sempre que “pode acabar” caso não seja a pessoa certa. Se namorar com 12 anos é realmente absurdo, igualmente nocivo são as pessoas que retardam um relacionamento sério, como preparação para o matrimônio, por serem imaturos e ter medo das exigências e responsabilidades que supõe uma vocação.  De qualquer forma, o namoro deverá ser o mais casto possível, para que possa ser vivido de forma saudável e tenha o desapego necessário para tomar a decisão correta, segundo a vontade de Deus. Se isso parece utopia para nós hoje, é porque estamos tratando nossos filhos e educando-os como incapazes de aprender o autodomínio, estamos destruindo a sua força de vontade e o vigor próprio da juventude. Muito certa é esta frase:

“A castidade, que é a virtude mais fácil e mais suave de se manter quando possuída inteira, é a mais difícil, mais insuportável de observar quando possuída a meias”.[3]

Se pensamos ser muito difícil para nossos filhos se manterem castos e puros é porque não lhe ensinamos e não vivemos como esposos a beleza radiante da pureza e da castidade! As inúmeras angústias dos casais de namorados que perderam a pureza são testemunhos de como gostariam de poder “voltar atrás” e viver um namoro casto!

O plano de Deus não é impossível e nem uma utopia, se contamos com a Sua graça, sacramentos, direção espiritual (tudo o que a Igreja nos oferece para ser o que Deus deseja de nós!) e se fizermos o que está ao nosso alcance para que isso se torne realidade.

3. Como recomeçar

Não sou mais virgem; não sou mais pura; o que fazer? Para que casar ainda na Igreja?

Esta é uma dúvida que angustia muitos corações de jovens, meninos e meninas, no dia de hoje. Não estão felizes nem satisfeitos. Sentem que foram criados para algo maior, grande, nobre, e que estão desperdiçando suas energias… e querem voltar atrás. Mas isso não é possível. O que sim é possível é recomeçar. Os santos também são exemplos disso: se Santo Agostinho não pensasse que isso seria possível, talvez não tivéssemos entre nós um dos maiores gênios da humanidade. E esta dor pode se tornar um bem, pelo mistério do plano de Deus, quando estes jovens se tornarem pais: eles vivendo a castidade conjugal e ensinando seus filhos irão preservar eles desta grande dor.

Muitos casais namoram como “se estivessem casados”, e outros casam e continuam vivendo como se estivesse dando espaço para a luxúria. Nenhum dos dois está vivendo o plano de Deus e ambos estão chamados a recomeçar:

De maneira concreta, o primeiro passo para recomeçar é aprender a namorar de maneira casta, pura, sem carícias e intimidades que levam a querer “avançar” para um ato que está perfeitamente criado e desejado por Deus para os esposos (estes já deram o seu “Sim” para viver um amor total, exclusivo, fiel e fecundo!).

E não existe meio termo: o meio termo na castidade não dá certo. Devem ser fortes para cortar pela raiz os carinhos, carícias, intimidades, etc. reservados para os esposos. Parece exagero dizer que os namorados deveriam apenas se permitir andar de mãos dadas, nada de beijos ou abraços. No entanto, os casais que reconhecem que os beijos e os abraços, no inicio timidamente, mas depois como um fogo, foi o que os levaram a perder a pureza no namoro, são os primeiros a estar de acordo com esta necessidade! Sim, o namoro de um casal cristão não tem nada a ver com o namoro pagão, ou com aquele que se mostra na mídia. É um sinal de contradição para o mundo e dão provas de que amar como Cristo ama não é impossível!

Quem conhece os casais que vivem esta pureza, sabem que sua alegria e paz irradiam deste relacionamento para todos os que estão perto, e provam que estão felizes fazendo a vontade de Deus, além de estarem se preparando para a castidade conjugal que requer autodomínio e sacrifício. Os namoros que o mundo proclama carregam uma grande tristeza nos olhos, pois no fundo, todos gostariam de estar vivendo um relacionamento leve, saudável e transparente!

A dor que ainda fica no coração quando se perde a virgindade, devemos entregar no Coração Misericordioso de Jesus, para que Ele venha nos ajudar a redescobrir o valor que nós temos para Ele, valor que nunca se perde. Ele nos ama sempre, e só quer o nosso bem.

Aceitar a segunda, terceira chance é sinal de confiança nAquele que faz “novas todas as coisas”, e faz novas de uma maneira que supera nosso entendimento. Lembremo-nos daquela passagem tão impactante do encontro do Esposo, Nosso Senhor, com a figura perfeita da Igreja, a Virgem Maria no calvário. No filme, quando os olhares se cruzam, o Esposo diz “eis que faço novas todas as coisas”, e o faz por meio do seu Sacrifício. E porque acreditamos no Seu Sacrifício, que nos deu a Redenção, nós sempre vamos dizer que vale a pena voltar a ser puros, castos, a namorar de forma digna para os filhos de Deus, a casar na Igreja, e ser assim o esposo e a esposa que Deus planejou, pois sem a graça dEle, nada somos e nada podemos!


[1] Karol Wojtyla, Amor e Responsabilidade, pg. 223

[2] Karol Wojtyla, Amor e Responsabilidade, pg. 224

[3] Plínio Salgado

Por Moysés  Azevedo

Uma verdadeira amizade em Cristo não é governada pelos instintos nem motivada por interesses, mas é uma escolha mútua, que tem valor por si mesma.

Toda a amizade precisa ser purificada. E a injúria, a calúnia, a arrogância (que impede a correção) e a traição podem destruí-la. Quem é amigo sempre ama.

Hoje, eu gostaria de falar sobre um assunto diferente, ainda dentro do plano da amizade, fundamental para todas as idades. Queria falar de um tema que é muito importante no mundo de hoje: a amizade à castidade. Não podemos pensar num mundo novo sem essa virtude. De uma maneira muito particular, a castidade é a coroa do amor. É um escudo para os nossos relacionamentos. Mais que um escudo, é uma expressão do verdadeiro amor. Ela nutre e potencializa o amor. Quando falta a castidade, o amor perde a força em nós e nos tornamos presas fáceis do desamor, da violência e da degradação.

A castidade é um segredo que os jovens cristãos têm para a sua vida. No entanto, vocês vêem como o mundo de hoje despreza essa virtude, pois perdeu o sentido de beleza dela. A castidade é vista como um tabu, moralismo, preceito, obrigação.

Quem é casto ama por inteiro, não se dá por partes. O homem não é separado. Contudo, é isso que o mundo faz hoje. Começa a usar o corpo com um princípio utilitarista, como se meu corpo não fosse eu. Pensa-se: “Aí eu posso usar meu corpo para me auto satisfazer egoisticamente”, que é o pecado da masturbação, como se aquilo não ferisse o que a pessoa é por inteiro. Com o seguinte pensamento: “Aí eu posso também usar o corpo dos outros para o meu bel-prazer… Posso ficar com quantas meninas eu quiser numa noite”. E vice-versa, o mesmo vale para as meninas.

Cada união íntima de corpos é como um pedaço de você dado ao outro, porque seu corpo está intimamente ligado à sua alma. Em cada relação sexual que é feita fora do matrimônio, não pense que você está dando e recebendo prazer. Engano! Em cada relação sexual você está dando um pedaço de você para sempre àquela pessoa.

A castidade é um grande dom, que faz com que compreendamos a unicidade do nosso ser. Esse abraço, essa boca e esse beijo sou eu. Se eu vivo no pecado, eu me destruo e destruo os outros.

Quando a castidade é ferida gera prazer no ato [sexual], mas gera dor na vida. E como descem lágrimas nos olhos dos jovens feridos na castidade! Por outro lado, a presença dessa virtude [castidade] gera felicidade, dignidade, uma capacidade para amar, para se doar não por pedaços, mas para se doar por inteiro, como Jesus se deu na cruz. Hoje, vemos um mundo que despreza a beleza da castidade. Por isso, as consequências são tão graves.

O “ficar” não deixa de ser um tipo, um certo nível de prostituição. Nos namoros avançados os casais valorizam mais a relação física. Sem uma relação profunda de amizade no namoro não existirá matrimônio verdadeiro e feliz. E como nós não priorizamos a amizade no namoro, temos matrimônios imaturos, inseguros, muitas vezes, gerados por relações sexuais pré-matrimoniais.

Moysés  Azevedo
Fundador da Comunidade Católica Shalom

Fotolia_26899_MNeste link você poder ler excelentes artigos sobre namoro, castidade e espera!

Por Jason Evert

Já faz algum tempo que eu joguei fora toda pornografia que tinha, mas como limpar a mente de todas as imagens que ficaram gravadas nela?

Uma estratégia para lidar com isso é a seguinte: toda vez que essas imagens impuras aparecerem na sua mente, aproveite a ocasião para rezar por aquela mulher.

Reze especificamente por ela, e entregue-a a Jesus. Isso vai compensar as vezes que você dirigiu-lhe luxúria, e vai conseguir ainda mais. Se você perseverar nessa prática, imagino que os pensamentos vão diminuir consideravelmente. Permaneça firme, pois resistir a essas tentações vai lhe fortalecer nas virtudes que fazem grandes pais e maridos.

Além disso, continue suas orações normais em sua vida, e permaneça puro nos relacionamentos cotidianos. E, finalmente, aprofunde sua devoção a Maria. Precisamos redimir nossa imagem de feminilidade, e portanto rezar um terço (rosário) diariamente vai começar essa reconstrução. O remédio para a pornografia é compreender a dignidade da feminilidade, e a verdade sobre a vocação para o amor. Assim, e só assim, a pornografia vai ser vista como deve ser: uma vergonha.

Você pode e deve perder o desejo de olhar para pornografia. Você não vai perder o impulso sexual, mas quando você ver mulheres sendo degradadas, irá se encher de pena por elas, ao invés de sentir excitação ou luxúria. Nas palavras de C.S. Lewis, “a luxúria é um sussurro fraco e pobre quando comparado com a riqueza e a energia do desejo que surgirá quando a luxúria tiver morrido” (1). Apenas quando você se esvazia de si pelo bem da pessoa amada é que você vê que todas as outras “alegrias” são uma ilusão.
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(1) C. S. Lewis, The Great Divorce (New York: MacMillan Publishing Company, 1946).

Traduzido de Pure Love Club
Link: http://www.chastity.com/chastity/index.php?id=7&entryid=51

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